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17/04/2018

A polêmica bota branca


Aquela tendência ame ou odeie, a polêmica bota branca, é a queridinha da estação!

Ganhou destaque por volta da década de 60/70 com o movimento futurista, reapareceu nos anos 80 com Xuxa e suas paquitas, sumiu nos 90 e vem ganhando força novamente desde 2011 com o lançamento franjado da estilista Isabel Marant.

Apesar de a maioria torcer o nariz a bota branca é bem democrática e fácil de combinar.

Mas como toda tendência tem seus truques!

As botas brancas destacam muito as pernas e agregam volume, passam a impressão de pernas grossas. Caem muito bem para mulheres esguias, com pernas longas e finas e por isso são ideais para as altas e magras.

Sou baixinha e tenho pernas grossas

Posso usar a bota branca?

Como disse acima a tendência e a moda hoje em dia são democráticas. Claro que pode! Para montar um visual alongado invista em canos baixos ou médios. As baixinhas devem fugir do modelo over the knee, que vão até a altura do joelho. Outra dica é usar a calça por cima do cano, NUNCA ao contrário.


Como posso montar looks usando a bota branca?

O jeito mais prático de fazer uma composição é com jeans. Atualiza o look na hora criando uma imagem moderna e atual.

A aposta monocromática também rende composições de sucesso, pois alongam.
Peças em alfaiataria ganham modernidade combinadas a bota. Entre elas destaque para as calças retas e mais curtas que deixam o visual mais cool.
As saias podem ser de comprimentos variados, tudo vai depender da altura e biótipo. É mais baixinha? Encurte o comprimento!
Já se a escolha for pelo short cuidado para não ficar com cara de paquita! Fuja do combo!


  
Cano longo, cuidado!

Com certeza o modelo mais polêmico, porém com mais atitude! Componha com peças modernas ou com pegada esportiva. Fuja do óbvio! Apostem em moletons, jaquetas e parkas.
 Agora não se esqueça: estatura mediana para baixa esqueça esse comprimento!

 Onde encontrar?
Zattini 189,90

Zattini 159,90

Passarela  169,99

Passarela 139,99

E aí? Vai apostar na tendência?
Temos no mercado vários estilos e você pode achar um que combine com o seu!

09/04/2018

Projeto Ponto Firme - SPFW apresenta desfile com coleção desenvolvida por detentos


O Calendário Oficial da Moda Brasileira - São Paulo Fashion Week apresenta dentro da sua agenda oficial o projeto Ponto Firme, criado pelo designer e artesão Gustavo Silvestre, que oferece aulas de crochê para detentos na penitenciária Desembargador Adriano Marrey, em Guarulhos (SP). Este importante trabalho de capacitação resultou em uma coleção criada e desenvolvida pelos detentos que será desfilada no dia 21 de abril e trará peças inéditas para a passarela. 

Há mais de dois anos, o Projeto Ponto Firme leva formação técnica artesã, além de arte, cultura e educação para os sentenciados da penitenciária masculina. O tempo dedicado às aulas contribui para a ressocialização, além de ajudar no desenvolvimento da concentração por meio de uma terapia manual. Os detentos participantes ganham certificação e também remissão de pena. Nesse período, mais de 100 alunos já se formaram com o Ponto Firme. 

“Quando começamos o projeto o foco do trabalho era ensinar a técnica do crochê e oferecer uma alternativa para eles se profissionalizarem. Com o passar do tempo, percebi que era possível desenvolver uma coleção de roupas e começamos a trabalhar com força e aumentar o tempo de oficina. O desfile no SPFW nos permitirá mostrar outros caminhos possíveis de reintegrá-los na sociedade, valorizando o trabalho de forma criativa”, afirma Gustavo Silvestre. 

A coleção que será apresentada no SPFW é resultado do trabalho de nove meses desenvolvido por uma turma de 20 alunos, coordenados por Gustavo Silvestre, inspirados no dia a dia dos detentos na penitenciária e no sonho de liberdade. 

“O SPFW tem como premissa transformação, educação e formação. Ter esse projeto dentro do evento reafirma nosso compromisso com a sociedade de mostrar que a moda, o design, o fazer criativo podem realmente mudar a vida das pessoas”, ressalta Paulo Borges, diretor criativo do SPFW.  

Após o desfile no SPFW, as peças da coleção serão expostas no Museu da Resistência de São Paulo, instituição conectada à Pinacoteca do Estado de São Paulo. O projeto Ponto Firme conta com o apoio da Prefeitura de Guarulhos e Secretaria de Administração Penitenciária, In-Mod, SPFW, Linhas Círculo, Melissa e Novelaria. 

02/04/2018

POW! Explosão Criativa #SPFW













POW! EXPLOSÃO CRIATIVA

Beira, Handred, João Pimenta feminino, e Modem passam a integrar o calendário de desfiles durante a Semana de Moda 



#SPFWN45


O SPFWN45 POW! EXPLOSÃO CRIATIVA terá a estreia de quatro marcas na temporada: Beira, Handred, João Pimenta feminino, e Modem.


A 45ª edição do São Paulo Fashion Week, inspirada no pensamento do estilista Conrado Segreto, reconhecido por seu talento e irreverência, será realizada de 21 a 26 de abril no Pavilhão das Culturas Brasileiras (Pavilhão Engenheiro Armando de Arruda Pereira), no Parque do Ibirapuera, além de locais externos por toda a cidade. 


A marca carioca Beira, da estilista Lívia Cunha Campos, já havia participado do projeto Estufa - iniciativa da São Paulo Fashion Week para colocar em pauta questões que permeiam os processos, as inovações e o futuro do setor -, e nessa edição passa a integrar o calendário. A Beira desenvolve peças funcionais e tem foco na construção das modelagens – a intenção é que o avesso seja tão interessante quanto o verso de cada criação. 


Liderada por André Namitala, a marca Handred, trabalha com roupas agênero com modelagem ampla e investe na alfaiataria e nos tecidos naturais, como linho, seda e viscose, criando peças que têm aspecto fresco e confortável. 


João Pimenta, que integra o calendário há várias edições com sua reconhecida moda masculina, dessa vez trará também uma coleção feminina 


Já a marca Modem, comandada pelos mineiros André Boffano e Sam Santos, que apresenta em sua alfaiataria limpa e assimétrica uma forte afinidade com a arte e a arquitetura, terá como principal referência em sua coleção o trabalho de design do Memphis Group e do arquiteto italiano Ettore Sottsass. 


Confira a lista completa com as marcas que se apresentam no SPFWN45:


·  A.Niemeyer
·  Água de Coco por Liana Thomaz
·  Amapô
·  Amir Slama
·  Apartamento 03
·  Beira
·  Cotton Project
·  Fabiana Milazzo
·  Fernanda Yamamoto
·  Gloria Coelho
·  Handred
·  João Pimenta (fem)
·  João Pimenta (masc)
·  Juliana Jabour
·  Lenny Niemeyer
·  Lilly Sarti
·  Lino Villaventura
·  Memo
·  Modem
·  Osklen
·  PatBo
·  Ratier
·  Reinaldo Lourenço
·  Ronaldo Fraga
·  Salinas
·  Samuel Cirnansck
·  Top 5
·  Uma Raquel Davidowicz 

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26/02/2018

Gucci Cyborg #mfw

Como não falar sobre o desfile ciborgue apresentado pela Gucci durante a Semana de Moda de Milão?

Inspirado na obra da filósofa e bióloga feminista Donna Haraway, o Manisfesto Ciborgue: ciência, tecnologia e feminismo, Alessandro Michele apresentou um espetáculo em pleno centro cirúrgico. Um desfile repleto de manifestos e identidades.

Para quem não gosta ou não se aprofunda pode ter estranhado e achado nada comercial, mas por trás de toda passarela existe uma história com início, meio e fim. Tudo tem sentido e propósito! Não são apenas modelos desfilando roupas e tendências, são pessoas transmitindo um recado.

"O ciborgue é uma criatura de um mundo pós-gênero."

Para a grife italiana,  o elemento ciborgue é um "símbolo de uma possibilidade emancipatória por meio da qual podemos decidir nos tornar quem somos”.


"Gucci Cyborg é pós-humana: tem olhos nas mãos, chifres de fauno, filhotes de dragão e cabeças duplicadas. É uma criatura biologicamente indefinida e culturalmente ciente. O último e extremo sinal de uma identidade miscigenada em constante transformação."


Sobreposições transparente que imitavam jaleco, veludo, jacguard, xadrez, brilho e alfaiataria faziam parte do repertório criativo. O estilista que a algumas estações vem dado o nome e trazendo a marca para o pódio não teve medo de arriscar mais uma vez.

Modelos carregavam réplicas de suas próprias cabeças e repteis como cobras, lagartos, além de filhotes de dragões dando o toque fantástico da apresentação.  

"Nós existíamos para nos reproduzir, mas já passamos dessa fase. Estamos vivendo em uma era pós-humana, com certeza; está em andamento", argumenta Alessandro Michele sobre a apresentação do desfile.

"O ciborgue aparece como mito precisamente onde a fronteira entre o humano e o animal é transgredida."


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